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- "Governo, em vez de adotar medidas determinadas, faz o contrário"
"O Governo, em vez de adotar medidas corajosas e determinadas, que ajudem quem tem menor rendimento e quem vive vidas completamente aflitivas, cada vez mais aflitivas, com a subida dos preços do supermercado, da habitação, da gasolina, faz o contrário e adota medidas que agravam a situação", disse José Manuel Pureza. Em Amarante, no distrito do Porto, onde visitou a feira para falar com produtores e consumidores sobre o aumento do preço do custo de vida, o coordenador do BE fez críticas ao executivo de Montenegro, bem como às opções do Chega e do PS. "Veja-se o que aconteceu agora com essa aliança entre o governo e o Chega para tornarem a vida dos inquilinos ainda mais infernal do que já é. Nós temos feito sempre insistentemente uma chamada de atenção para medidas que é possível adotar e que é preciso adotar para aliviar a vida das pessoas", disse. Dando exemplos de medidas adotadas em outros países, José Manuel Pureza lembrou também medidas tomadas "até em Portugal", nos Açores e na Madeira. "Estou a falar, por exemplo, do controlo do preço dos combustíveis, a fixação de preços máximos nos combustíveis ou a fixação de tetos máximos às rendas de casa em função da localidade, em função do tipo de casa. Ou ainda a necessidade de a Caixa Geral de Depósitos, que é um banco público, do qual o único acionista é o Estado, adotar medidas de limitação das margens de lucro, contagiando assim o resto do sistema bancário e contrariando, portanto, os efeitos muito negativos da subida dos juros por parte do Banco Central Europeu", enumerou. Em declarações à Lusa, quando se preparava para iniciar um périplo pela feira onde ouviu muitos comerciantes a queixarem-se da falta de clientes, o coordenador dos bloquistas voltou a exigir que o IVA para os bens essenciais seja estabelecido na taxa mínima e o dos combustíveis numa taxa intermédia. "O IVA é um imposto cego que toda a gente paga e, portanto, quem é mais pobre sofre mais. É justamente para atender a essas camadas mais pobres que é preciso, pelo menos transitoriamente, fixar o IVA em valores muito reduzidos, quer para os combustíveis, numa taxa intermédia, quer para os bens alimentares essenciais em taxa zero. O Governo faz ao contrário. Descer o IRC é favorecer o grande capital, é favorecer as grandes empresas. É tudo o contrário daquilo que deve ser", defendeu. José Manuel Pureza também aproveitou para criticar a opção do PS em abster-se no Orçamento do Estado. "Do nosso ponto de vista, um erro muito grave por parte de José Luís Carneiro, porque, na verdade, nós sabemos quem fica a rir-se com isto é Luís Montenegro. Luís Montenegro adotará o discurso do Chega, como tem vindo a fazer sempre, e têm os votos do PS e isso torna esta situação uma situação insustentável", concluiu. Leia Também: Afinal, o que é o Orçamento do Estado? Governo explica
- BE critica tiques de autoritarismo do Governo no processo da mina em Boticas
"Tudo isto é verdadeiramente escandaloso", afirmou José Manuel Pureza, que foi hoje à aldeia de Covas do Barroso, no norte do distrito de Vila Real, onde a empresa Savannah quer explorar na mina de lítio a céu aberto. O coordenador do Bloco de Esquerda quis perceber o ponto de situação do projeto no local, onde a empresa tem em curso trabalhos no âmbito da segunda servidão administrativa autorizada pelo Governo. A Savannah Resources prevê o início, em 2027, da construção da mina do Barroso que obteve a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023. "O poder político tem-se comportado com as pessoas de Covas do Barroso de uma maneira autoritária", sublinhou o coordenador do BE. José Manuel Pureza apontou ainda para um outro "pormenor que acrescenta escândalo a isto". "É que a Guarda Nacional Republicana tenha prestado serviços a uma empresa para policiar aquilo que é um perímetro de atuação da servidão administrativa que vai muito para lá daquilo que alguma vez foi", frisou. E acrescentou: - "Quando as forças policiais são usadas, certamente contra a vontade dos próprios, contra as populações, está tudo dito sobre um Governo ou sobre um poder político que tem tiques de autoritarismo que são absolutamente inaceitáveis". José Manuel Pureza descreveu um projeto mineiro "que consiste em espoliar estas pessoas das suas terras, dos seus recursos, da sua paisagem, da sua natureza, alegadamente para conseguir minério para a exploração do lítio". "E o que nós sempre dissemos ao longo dos anos é que quando se quer descarbonizar a economia não é assim que se faz. Não pode haver regeneração ambiental contra as pessoas. As pessoas estão primeiro. E neste caso o que nós temos tido é um poder político que é forte com os fracos e é muito fraco com os fortes", afirmou. Acrescentando que "não é por acaso que o poder político já decidiu por duas vezes impor à população servidões administrativas, porque sabe que a reação genuína das pessoas é preservarem as suas terras e preservarem a sua comunidade". Dentro da Casa do Povo de Covas do Barroso o coordenador do BE ouviu queixas sobre o projeto, sobre as servidões administrativas e os trabalhos em curso, sobre a água, a vigilância a que dizem estar sujeitos e receios sobre as futuras expropriações se a mineração avançar e os riscos para o Barroso – Património Agrícola Mundial. "Nós somos vigiados 24 horas por 24 horas. As pessoas sentem-se intimidadas. Isso nunca aconteceu. Toda a vida tivemos toda a liberdade para andar na aldeia, nos baldios, nos nossos terrenos", descreveu Nélson Gomes, da associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB). A propósito, José Manuel Pureza criticou aquilo que descreveu como o "policiar uma comunidade" e frisou que o que está a fazer a diferença em Covas do Barroso é a resistência da população. "É por isso que a empresa e o Estado com ela plantam seguranças e mandam a GNR", frisou. Nélson Gomes disse ainda que são cada vez mais os motivos para a oposição à mina e apontou à Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), "entidades que deviam fiscalizar o projeto e que não respondem às questões" que têm sido feitas, nomeadamente da desmatação que ocorreu fora o período autorizados e a retirada de água dos ribeiros. Isto, frisou, "numa altura em que a água é escassa" e que até já há ribeiros que secaram. O presidente da UDCB reafirmou que a "oposição contínua" e que o que se tem "notado é que cada vez mais pessoas" têm vindo à região e mostram "interesse em defender esta causa", dando como exemplo o coordenador do BE e, na semana passada, o eurodeputado do PCP João Oliveira. Leia Também: Fogos destruíram pasto, apiários e pinhal em freguesia de Boticas
- Costa é vítima? "Parece que é a ele que nós temos de pedir desculpa"
"O doutor António Costa, objetivamente, esteve, está envolvido numa teia que, venha ou não a demonstrar-se que ele próprio é culpado, acho que já ficou mais do que evidente que houve uma teia de prevaricação à volta dos negócios do lítio e do hidrogénio", disse Ventura. O presidente do Chega falava em Aveiro à entrada para uma sessão promovida pela Distrital do partido sobre Economia e a Reforma do Estado. Ventura criticou ainda o mediatismo que tem sido dado a este caso, adiantando que quem vir hoje alguns jornais ou comentadores parece que António Costa é vítima, "parece que é a ele que nós ainda temos que lhe pedir desculpa". "Nós agora olhamos para o caso do doutor António Costa e vejo, enfim, alguns jornalistas e comentadores preocupados, mas nunca se preocuparam com outros arguidos, que noutros anos ficassem seis anos, sete anos, oito anos, dez anos, sem ter acesso a nada", acrescentou. O presidente do Chega defendeu ainda a necessidade de fazer uma reforma na justiça, mas assinalou que isso não pode acontecer só quando o António Costa ou Luís Montenegro estão envolvidos. "Tem que ser para todos os cidadãos, porque todos sofrem com os atrasos na justiça, com as precipitações ou com más decisões", concluiu. A Procuradoria-Geral da República (PGR) insistiu hoje que a lei não permite que o ex-primeiro-ministro António Costa consulte o processo Operação Influencer, por não ser formalmente interveniente no inquérito, sujeito a segredo de justiça externo. O esclarecimento surgiu depois do semanário Expresso ter noticiado que o Ministério Público (MP) recusou por seis vezes pedidos do ex-chefe de Governo entre novembro de 2015 e abril de 2024 para consultar o processo Operação Influencer, no qual é considerado suspeito, mesmo depois de, em março de 2026, este ter deixado de estar em segredo de justiça interno. Em 07 de novembro de 2023, foram detidas e posteriormente libertadas no âmbito da Operação Influencer cinco pessoas, incluindo o então chefe de gabinete de António Costa. Em causa estão suspeitas de crimes económico-financeiros na construção de um centro de dados em Sines, distrito de Setúbal, na exploração de lítio em Montalegre e Boticas, no distrito de Vila Real, e na produção de energia a partir de hidrogénio também em Sines. O caso levou à queda do Governo de António Costa (PS), tendo o agora presidente do Conselho Europeu sido, num comunicado emitido então pela PGR, considerado suspeito, sem ser constituído arguido, uma figura que concede determinados direitos no processo. O caso está segmentado em vários inquéritos e continua em investigação, confirmou hoje a PGR, adiantando que António Costa não é arguido em qualquer dos inquéritos. Influencer: Costa não consulta processo porque lei não permite, diz PGR A Procuradoria-Geral da República (PGR) insistiu hoje que a lei não permite que o ex-primeiro-ministro António Costa consulte o processo Operação Influencer, por não ser formalmente interveniente no inquérito, sujeito a segredo de justiça externo. Lusa | 17:45 - 02/10/2026
- Marina Gonçalves entre os nomes do PS para comissão de inquérito a Neves
Fonte oficial do grupo parlamentar do PS adiantou à Lusa que estas foram indicações do partido como membros efetivos da comissão parlamentar de inquérito, que avançou potestativamente pelas mãos do Chega. Além destes cinco efetivos, o PS indicou o vice da bancada Luís Testa como suplente. A comissão de inquérito vai ser presidida pelo Chega, mas ainda não é conhecido sobre que deputado recaiu a escolha. Segundo o projeto de deliberação apresentado pelo presidente da Assembleia da República, que foi aprovado na quarta-feira, a primeira e segunda vice-presidências serão do PS e PSD, respetivamente. Esta tarde, fonte da direção do grupo parlamentar do PSD disse à Lusa que, além de Hugo Carneiro e Andreia Neto, vão integrar a comissão de inquérito os deputados do PSD Marco Claudino, Francisco José Martins, Bárbara Amaral Correia, Paulo Edson, Gonçalo Valente e Sandra Pereira, como membros efetivos. Luís Neves é, desde fevereiro deste ano, ministro da Administração Interna do XXV Governo Constitucional e o terceiro titular da pasta dos dois executivos PSD/CDS-PP liderados por Luís Montenegro (depois de Margarida Blasco e Maria Lúcia Amaral). A CPI será composta por 25 deputados efetivos, distribuídos de acordo com a representatividade parlamentar: oito do PSD, cinco do Chega, cinco do PS, dois da IL, dois do Livre, um do PCP, um do CDS-PP e um do JPP. Estes partidos, à exceção do JPP que tem apenas um eleito, poderão indicar membros suplentes. Os deputados únicos do PAN e do BE não estarão representados neste inquérito para "avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor da Polícia Judiciária durante todos os seus mandatos (2018-2026) e eventual responsabilidade de membros do Governo que o nomearam e tutelaram". De acordo com o Regimento Jurídico dos Inquéritos Parlamentares "os membros da comissão tomam posse perante o presidente da Assembleia da República até ao 15.º dia posterior à publicação no Diário da Assembleia da República da resolução ou do requerimento que determine a realização do inquérito", iniciando trabalhos logo a seguir. Leia Também: PSD indica Hugo Carneiro e Andreia Neto para CPI a mandatos de Neves
- Chega acusa PS de "irresponsabilidade" por viabilizar OE sem o conhecer
"O que o PS fez foi: 'como nós neste momento não nos interessa pôr em jogo nenhum interesse partidário, nós dizemos já, antes de conhecer o documento, que o viabilizamos'. Deve ter sido a primeira vez na história que isto aconteceu. Isto é de um total amadorismo e irresponsabilidade, mas é mau para o país", disse Ventura. O presidente do Chega falava em Aveiro à entrada para uma sessão promovida pela Distrital do partido sobre Economia e a Reforma do Estado. André Ventura disse que ao ter viabilizado o OE para 2027 sem conhecer o documento, o PS "fez um péssimo serviço ao país e fez um enorme frete ao Governo e ao PSD", justificando que agora não será possível negociar com o Governo melhorias no Orçamento do Estado, como é o caso da redução do IVA dos combustíveis, defendida pelo Chega. "Agora, o PS já disse que vai viabilizar o orçamento, independentemente do Governo, baixar ou não o IVA dos combustíveis. Qual é a motivação do Governo para fazer o que é certo, se sabe que tem ali já a muleta do Partido Socialista a funcionar?", questionou. Apesar do OE estar viabilizado, Ventura assegurou que o Chega irá apresentar as suas propostas no Parlamento tal como estava previsto. "O Chega apresentará o trabalho para o qual foi eleito, para o qual os seus deputados foram eleitos, que é olhar para o Orçamento, trabalhar as propostas e melhorá-las na saúde, na educação, nos combustíveis, na habitação, na imigração, etc", concluiu. Leia Também: Ventura recandidato à liderança e quer Chega "preparado para governar"
Economia
- Cerca de 325 milhões de barris libertados das reservas de petróleo
Em março, o G7, que reúne os países com as maiores economias – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e EUA -, prometeu libertar 400 milhões de barris de petróleo. Na sexta-feira, este grupo adiantou que ia ocorrer, com efeitos imediatos, "uma libertação coordenada" de 100 milhões de barris. Contudo, o G7 não precisou se estes estão incluídos no compromisso de março ou se este foi elevado para 500 milhões de barris. Brasil delimita 501 novos blocos de petróleo na Margem Equatorial O Brasil aprovou hoje a delimitação de 501 novos blocos exploratórios em alto-mar, em 11 novos setores na Margem Equatorial brasileira, região da costa norte e nordeste que possui 2200 quilómetros de extensão. Lusa | 21:24 - 02/10/2026
- Air Invictus teve um impacto global superior a 136 milhões de euros
"O Air Invictus produziu um impacto global superior a 136 milhões de euros, incluindo os efeitos de natureza económica e os efeitos de exposição mediática, com particular incidência na região onde se realizou", adiantou a organização, que atribuiu esse valor a uma avaliação feita pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Citado num comunicado, o fundador e proprietário da marca Air Invictus manifestou-se disponível para voltar a organizar o evento no Grande Porto, desde que o retorno agora anunciado "mereça avaliação positiva pelo Turismo de Portugal e Turismo de Porto e Norte", assim como pelas cidades do Porto, Gaia, Maia e Matosinhos que, no total, investiram 5,3 milhões de euros. De acordo com Luís Castro, a possibilidade da segunda etapa do Air Invictus se realizar na Arábia Saudita está comprometida pela instabilidade na região, mantendo-se as negociações com outro país asiático. A organização adiantou ainda que terão estado nas áreas onde decorreram os 15 eventos nas quatro cidades cerca de 920 mil visitantes, correspondendo a mais de 1,5 milhões de visitas, "superando as expectativas iniciais de um milhão". Segundo o relatório elaborado pela Faculdade de Economia do Porto, o Air Invictus teve um impacto económico global de 57,3 milhões de euros em produção adicional (intervalo entre 45,5 e 76 milhões de euros) e um retorno de promoção para a região de 78,8 milhões de euros, após análise dos relatórios da Cision, Dreammedia, Winprovit e World of Free Sports. A Air Invictus referiu também que, de acordo com a medição feita por telemóveis conectados às antenas nos locais dos eventos, oito em cada 100 aparelhos tinham assinatura estrangeira, sendo provenientes maioritariamente do Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Espanha, o que "está em linha com os dados de junho do INE [Instituto Nacional de Estatística] que registou a maioria dos visitantes provenientes desses países". Através das plataformas digitais de vídeo e `streaming´, bem como pela distribuição de um documentário através da WOF (World of Free Sports) em 20 canais para mais de 100 países, o Air Invictus alcançou em 2026 uma audiência superior a 250 milhões de lares em todo o mundo, adiantou a organização. Entre os vários eventos, o Air Invictus incluiu a demonstração de habilidades de voo, uma exibição com aviões e helicópteros militares e uma corrida de aviões de competição e acrobacia. Leia Também: Greve na easyJet com total adesão e cancelamentos podem chegar a 90%
- Greve na easyJet com total adesão e cancelamentos podem chegar a 90%
"Continuamos a ter uma adesão de 100%, os tripulantes não têm furado a greve. Os poucos voos que a empresa manteve por cancelar, com exceção dos serviços mínimos, estão a ser realizados por tripulantes de outras bases, ou seja, uma substituição de grevistas, o que é ilegal", afirmou o presidente do SNPVAC, Ricardo Penarroias, em declarações à Lusa. À margem dos serviços mínimos já foram realizados seis voos. O sindicato disse que a substituição de grevistas é "uma prática recorrente" da easyJet e adiantou já ter denunciado as ilegalidades à ACT – Autoridade para as Condições de Trabalho. Contudo, referiu que, na prática, a ACT aplica uma multa que "infelizmente compensa" face ao cancelamento de voos. "Não concordamos que uma empresa privada que não cumpre as regras e continua a pagar multas tenha serviços mínimos decretados pelo Governo. Esta falta de coerência custa-nos", lamentou. A paralisação dos tripulantes da easyJet começou na sexta-feira e prolonga-se até terça-feira. O SNPVAC notou que, até agora, os tripulantes não receberam qualquer resposta às suas reivindicações, apontando que, a partir do pré-aviso de greve, a companhia aérea saiu da mesa de negociações de conciliação. Na origem da greve estão, entre outras reivindicações, a estabilidade das escalas, a progressão remuneratória em função da antiguidade e as condições propostas no âmbito da negociação do Acordo de Empresa. Ricardo Penarroias antecipou que, nos próximos dias, a adesão deverá manter-se nos 100%, mas os cancelamentos devem aumentar e rondar os 90%. Contactada pela Lusa, a easyJet remeteu para a nota que divulgou no dia anterior, que dá conta que a adesão estava nos 67%. A transportadora previa operar 198 voos para Portugal, número que desceu para 124 após ajustes. No total, foram realizados 122 destes voos e cancelados dois, segundo os números da companhia reportados a sexta-feira. "A easyJet mantém-se focada em minimizar o impacto da greve nos seus clientes ao longo de todo o período, atuando em total conformidade com a legislação e os regulamentos aplicáveis", acrescentou. A Lusa contactou ainda a gestora aeroportuária ANA para obter um ponto de situação sobre a greve e aguarda resposta. Leia Também: EasyJet realizou quatro voos além dos serviços mínimos no 1.º dia de greve
- Dos combustíveis às datas de pagamento: As notícias preferidas da semana
Condutores, combustíveis vão ficar mais baratos na próxima semana Os preços dos combustíveis vão baixar na próxima segunda-feira, pela segunda semana consecutiva, tal como o Notícias ao Minuto tinha já antecipado. Segundo fonte do setor, as estimativas apontam para uma redução de três cêntimos tanto no caso do gasóleo como no da gasolina, já a contar com o acerto no ISP. Isto numa altura em que o gasóleo simples está a custar 2,180 euros por litro e a gasolina simples 95 está a custar 2,096 euros por litro, segundo os preços médios atualizados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) no site Preços dos Combustíveis Online. Seguro promulga diploma sobre suplemento extraordinário de pensões Presidente da República promulgou na terça-feira, 29 de setembro, o diploma que estabelece um suplemento extraordinário de pensões. Numa nota partilhada no site da presidência, António José Seguro anunciou a promulgação de "três diplomas do Governo". O "diploma que transpõe a Diretiva (UE) 2024/869, relativa à proteção dos trabalhadores contra riscos ligados à exposição a agentes cancerígenos, mutagénicos ou a substâncias tóxicas para a reprodução durante o trabalho, e a Diretiva 98/24/CE, relativa à proteção da segurança e da saúde dos trabalhadores contra os riscos ligados à exposição a agentes químicos no trabalho", o "diploma que altera o Decreto-Lei n.º 267/2002, de 26 de novembro, que estabelece os procedimentos e define as competências para efeitos de licenciamento e fiscalização de instalações de armazenamento de produtos de petróleo e de postos de abastecimento de combustíveis" e o "diploma que estabelece um suplemento extraordinário de pensões". Descida do IRS está a caminho: Como funcionam os escalões? Qual é o seu? O Governo anunciou uma descida do IRS até ao 6.º escalão, que vai ser sentida pelos contribuintes no final deste ano, mas afinal como funcionam os escalões do IRS? "Com base na declaração de IRS que entrega, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) soma todos os rendimentos brutos que recebeu ao longo do ano anterior e subtrai a dedução específica para obter o rendimento coletável. Depois, insere-o num escalão de IRS, por forma a apurar a taxa de IRS que será aplicada aos rendimentos", pode ler-se no blog Salto do Santander. Bónus das pensões já tem "ok": Sabe quando (e quanto) vai receber? O Presidente da República, António José Seguro, promulgou na terça-feira o diploma do Governo que prevê a atribuição de um suplemento extraordinário para as pensões até 1.611,39 euros, segundo uma nota publicada no site da Presidência. Em causa está o bónus das pensões, que foi anunciado pelo Executivo de Luís Montenegro. O suplemento será pago em dezembro, em conjunto com a pensão desse mês, e terá o valor de 200 euros para as pensões até 537,13 euros, de 150 euros para as pensões entre 537,13 euros e 1.074,26 euros e de 100 euros para todas as pensões entre 1.074,26 euros e 1.611,39 euros, segundo anunciado pelo Governo. Pensões, subsídios e outros apoios: Descubra já quando recebe em outubro Se é beneficiário de apoios da Segurança Social deve saber que todos os meses o organismo divulga um calendário com as datas de pagamento previstas. No site oficial há uma secção apenas dedicada aos pagamentos e já são conhecidos os prazos de outubro. Ao conhecer já o calendário fica a saber quando é que vai receber os subsídios sociais, o que pode ajudar a planear melhor o seu orçamento familiar no próximo mês. Leia Também: AEP quer menos carga fiscal e apoios aos setores mais expostos aos custos
- Afinal, o que é o Orçamento do Estado? Governo explica
A proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) está quase a ser entregue na Assembleia da República (AR), mas, afinal, que documento é este? "Um dos documentos mais importantes da vida política e financeira em Portugal, o Orçamento do Estado, deve a sua designação ao universo naval. “Orçamento” vem do vocábulo latino “orçare”, originalmente relacionado com o ato de colocar o navio na linha do vento. Com o tempo, o seu sentido mudou, passando a ser sinónimo de ordenar, organizar ou estabelecer uma ordem. Nas contas públicas, tal como nos navios, aquilo que se pretendia era o alinhamento perfeito e rigoroso das receitas e das despesas, a palavra passou a utilizar-se nesse contexto. E é exatamente isto que é, na sua essência, o Orçamento do Estado: uma previsão equilibrada de receitas e despesas", explica o Governo no âmbito da rubrica Finanças à Lupa. Ora, "Em termos simples, o Orçamento do Estado, muitas vezes abreviado como OE, é o plano financeiro anual do Estado português", que é "elaborado pelo Governo e aprovado na Assembleia da República". "Nele são estimadas as receitas e as despesas públicas para o ano seguinte. As receitas correspondem ao dinheiro que o Governo prevê arrecadar com os seus impostos, taxas e contribuições e também a partir da gestão do seu património e recurso ao crédito. As despesas correspondem ao dinheiro que o Estado prevê gastar para garantir o funcionamento da máquina do Estado, cumprir os compromissos resultantes da Constituição ou da lei e ainda proceder à redistribuição de riqueza", revela o Executivo. Mais: "Segundo a Constituição da República Portuguesa, o Orçamento deve incluir a discriminação das receitas e despesas do Estado, incluindo fundos e serviços autónomos, bem como o orçamento da Segurança Social. Isto significa que o OE é mais do que uma lista de números: é uma lei que pressupõe uma escolha cuidada de políticas públicas e económicas. Quando o Governo decide investir mais numa determinada área, como a saúde ou a educação, está a mostrar prioridades. Quando altera impostos ou benefícios fiscais, está também a influenciar a vida das famílias e das empresas", pode ler-se. Quais as funções do Orçamento do Estado? O Executivo esclarece que o Orçamento do Estado tem várias funções: "A primeira é a de previsão, porque estima receitas e despesas. A segunda é a função de autorização, pois permite legalmente ao Governo e à Administração Pública cobrar receitas e realizar despesas. A terceira é a função de controlo, permitindo ao Parlamento e outras entidades, como o Tribunal de Contas ou o Conselho de Finanças Públicas (CFP) a avaliação da situação económica e financeira do Estado e o acompanhamento do cumprimento da despesa e receita previstas e executadas pelo Governo". O Governo revela ainda que o "Orçamento de Estado, como o conhecemos hoje, resulta dos movimentos revolucionários liberais e é um instrumento de limitação do poder do Estado". "É a concretização da reivindicação “no taxation without representation” que originou a Revolução Americana no final do século XVIII. A sua aprovação anual pelo Parlamento corta, de resto, com a tradição do passado de monarcas absolutos e de convocação irregular de cortes, ao sabor das declarações de guerra e casamentos de princesas (para pagamento de dotes)", conclui. Leia Também: AEP quer menos carga fiscal e apoios aos setores mais expostos aos custos
Desporto
- "Tenho grande respeito por Portugal. Está no top-2 ou top-3 da Europa"
"Tenho um grande respeito por Portugal. A equipa está no top-2 ou top-3 da Europa neste momento", afirmou o treinador, na conferência de imprensa de antevisão da partida, marcada para as 19:45, no Estádio do Dragão, no Porto. Solbakken destacou a qualidade das alternativas à disposição de Portugal, mesmo sem Cristiano Ronaldo, e antecipou alterações que vão obrigar a Noruega a ajustar a sua abordagem. "Portugal pressiona muito bem, com alta intensidade, e temos de pensar de maneira diferente. No primeiro jogo, conseguimos jogar pelo corredor central, mas agora acho que terão um plano diferente. Temos de ter capacidade de nos adaptar às circunstâncias", explicou. Apesar das dificuldades previstas, o técnico recordou a prestação norueguesa no anterior confronto como uma referência para o novo encontro. "Provavelmente, foi um dos melhores jogos que já realizámos nos primeiros 60 minutos contra Portugal. Oxalá consigamos repetir. Agora poderá ser diferente, porque Portugal joga em casa, mas vamos dar o nosso melhor e ver até onde podemos chegar", vincou. O selecionador rejeitou uma abordagem excessivamente defensiva, sublinhando a confiança no crescimento da equipa e na capacidade de criar dificuldades junto da baliza portuguesa. "Não somos uma equipa de bloco baixo. Sempre de cabeça levantada, à procura do golo. Acho que os jogadores também sentem que podemos levar o jogo até à baliza de Portugal", sustentou. A gestão física assume, contudo, particular importância depois do encontro com o País de Gales, durante o qual os noruegueses jogaram em inferioridade numérica. Solbakken explicou que a comitiva chegou a Portugal às 17:00 de sexta-feira, seguindo-se uma sessão ligeira de recuperação, na qual recebeu informações sobre o desgaste e pequenas lesões dos jogadores. O treinador confirmou ainda a titularidade do guarda-redes Egil Selvik, enquadrando a decisão no plano de rotação da seleção. "Não tenho qualquer preocupação em utilizar o Nyland, mas Egil Selvik merece jogar e já lhe disse que vai jogar frente a Portugal. Isto é a equipa nacional, escolhemos os melhores para cada jogo", afirmou. Portugal, líder do Grupo A4, com nove pontos, recebe a Noruega, terceira classificada, com três, no domingo, às 19:45, no Estádio do Dragão, no Porto, em encontro da quarta jornada da Liga das Nações de futebol, com arbitragem do italiano Maurizio Mariani.
- "De Cristiano Ronaldo a Cristiano Chorão". CR7 arrasado em Espanha
O afastamento de Cristiano Ronaldo da seleção nacional continua a dar que falar além-fronteiras e há quem considere que o avançado português está a fazer mais uma "birra" e que arrisca a comprometer o seu legado mesmo no próprio país. Hugo Scoccia, colunista de opinião do diário espanhol SPORT, apontou o dedo a CR7 através de um texto particularmente duro, cujo título é: "De Cristiano Ronaldo a Cristiano Chorão". "Um desprezo pelo próprio país, uma birra contra os seus, e um final trágico para uma lenda. E não há forma mais triste de terminar uma carreira de sucesso do que demonstrar que a idade e a experiência não conduziram o jogador ao caminho da humildade. Afinal, essa deveria ser a peça que faltava para completar o círculo do sucesso", começa por criticar Scoccia. "Aquilo que parecia exemplar acaba por se transformar no antiexemplo. A tristeza é dupla: a arrogância nunca é bem-vinda, em circunstância alguma é aceitável, mas quando vem de um desportista de enorme dimensão como Cristiano Ronaldo, a penalização é ainda maior. Eis o espelho para o qual as jovens estrelas não devem olhar", alertou, deixando ainda um conselho a Lamine Yamal, a maior estrela do futebol espanhol. " "Tem diante dos olhos a forma de estar que não deve seguir. Uma pessoa pode, por vezes, sentir que é o melhor jogador do mundo, o mais bonito e o mais rico, mas nunca, em circunstância alguma, deve apregoá-lo aos quatro ventos", vincou, antes de sublinhar que Ronaldo "não lida bem com a realidade". "Jorge Jesus, o selecionador, tem pela frente a difícil e árdua tarefa de fazer perceber à estrela da sua equipa que já não é uma estrela. O que é normal tendo em conta a sua idade. Vimo-lo todos no Mundial: Ronaldo atrapalha e torna mais lento o jogo dos seus companheiros, fazendo com que, devido ao seu ego e à obsessão pelos títulos individuais e pelos tão desejados mil golos, a equipa não consiga ser tão competitiva quanto poderia", acrescentou. "O resultado é um gesto que envergonha muita gente do seu país, que interpreta o abandono como um desrespeito para com eles e para com a seleção. A birra e o choramingar fazem parte do modus operandi de Ronaldo que, sempre que se viu remetido para segundo plano (ou para qualquer plano que não seja o primeiro), recorreu à arrogância ou ao choro para se fazer de vítima e, dessa forma, roubar a atenção a quem realmente a merece", rematou Hugo Scoccia, que também fez uma referência indireta a Messi, e que conclui, dizendo que "entre ego e ego, entre birra e birra, as lendas desaparecem, até na sua própria terra". Proença não desiste de CR7 Cristiano Ronaldo prometeu, na quarta-feira, dia em que abandonou o estágio da seleção nacional em conflito com Jorge Jesus, dar explicações aos portugueses, mas não voltou a expressar-se publicamente. Ao mesmo tempo, Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, está convicto de que poderá evitar o pior desfecho para o capitão da equipa das quinas e quer promover um novo diálogo entre as partes. O objetivo do líder máximo da FPF passa por garantir que Cristiano Ronaldo deixe a seleção nacional com uma despedida à altura da sua carreira. "Cristiano Ronaldo? Não se vai tirar um grão de areia e o castelo cairá" O público vai manifestar-se a favor da seleção portuguesa de futebol na receção à Noruega, no domingo, na Liga das Nações, antecipa o antigo guarda-redes internacional Beto Pimparel, apesar da ausência do capitão Cristiano Ronaldo, que deixou o estágio. Lusa | 08:54 - 03/10/2026
- Farioli dá folga ao FC Porto, mas oito jogadores foram ao Olival
Francesco Farioli deu dois dias de folga ao plantel principal do FC Porto, na sequência da vitória alcançada no encontro de cariz particular realizado na passada sexta-feira, diante do Deportivo da Corunha, no Estádio Municipal de Riazor, por 1-3, à 'boleia' dos golos assinados por André Silva (bis) e Borja Sainz. No entanto, nem toda a gente teve direito a descanso, visto que, em forma de comunicado partilhado através das plataformas oficiais, a estrutura encabeçada por André Villas-Boas fez saber que um total de oito jogadores marcaram presença no Centro de Treinos e Formação Desportiva Jorge Costa, no Olival, para realizarem "trabalho de recuperação". Foram eles João Costa, Nehuén Pérez, Martim Fernandes, Zaidu Sanusi, Seko Fofana, Vasco Sousa, Gabri Veiga e André Miranda, que se exercitaram, uma vez mais, em regime de "treino condicionado", desconhecendo-se, para já, ao certo quando receberão 'luz verde' por parte do departamento clínico para regressarem aos relvados. O grupo dos campeões nacionais em título vai retomar os treinos pela manhã de segunda-feira, como é hábito, à porta fechada, com o objetivo de dar o 'tiro de partida' nos trabalhos de preparação tendo em vista o duelo da oitava jornada da I Liga, perante o Marítimo, que tem apito inicial agendado para as 18h00 (hora de Portugal Continental) do próximo sábado, no Estádio dos Barreiros. Afinal, que lesões afligem o plantel de Farioli? João Costa, recorde-se, foi operado, há perto de um mês, a uma lesão meniscal no joelho esquerdo, ao passo que Nehuén Pérez está a contas com uma lesão muscular na coxa direita, sofrida pouco tempo depois de ter retomado a competição, na sequência da rotura total do tendão de Aquiles direito contraída em setembro de 2025. Martim Fernandes continua a recuperar de problemas musculares na coxa esquerda, Zaidu Sanusi de uma lesão muscular no adutor da perna direita, Seko Fofana de uma rotura no adutor da perna esquerda, André Miranda de uma lesão muscular na coxa direita e Gabri Veiga de um mero desconforto físico. A questão mais preocupante tem como protagonista Vasco Sousa, que já não joga desde 14 de dezembro de 2025, quando contraiu uma grave fratura no perónio da perna direita, no decorrer da pesada derrota sofrida pelo Moreirense (clube no qual atuava, a título de empréstimo), no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas, contra o Benfica, por 0-4. As contas do FC Porto O FC Porto chegou àquela que foi a primeira pausa competitiva desta época na liderança isolada da I Liga, com 21 pontos conquistados em 21 possíveis, mais cinco do que o segundo classificado, o Benfica, e mais seis do que a dupla de segundos classificados por Sporting e Santa Clara, ao cabo de sete rondas. Na Liga dos Campeões, a situação é mais delicada, visto que os azuis e brancos saíram derrotados do único encontro disputado até ao momento, frente ao Manchester City, em pleno Estádio do Dragão, por 0-2. Dentro em breve, entrará em ação na Taça de Portugal e na Taça da Liga (depois de já ter erguido a Supertaça Cândido de Oliveira, contra o Torreense). Leia Também: Borja Sainz marcou pelo FC Porto na Corunha e celebrou desta forma
- Maria Tomé 11.ª classificada na etapa da Taça do Mundo de Roma
Isakova venceu a prova em 59.12 minutos, apenas um segundo à frente da sueca Tilda Mansson, segunda, e 16 da norte-americana Taylor Spivey, terceira, numa prova em que, além de Tomé, Portugal esteve representado por Mariana Vargem, 56.ª, a 6.10. Nas Elites masculinas, Miguel Tiago Silva foi o único dos dois portugueses a concluir a prova, ao ser 27.º, com mais 1.35 minutos do que o vencedor, o britânico Alex Yee, enquanto João Nuno Batista desistiu. Yee cumpriu a prova em 53.47 minutos, deixando os segundo e terceiro classificados, os franceses Martin Hubner e Tristan Douche a 25 segundos.
- "Fecham-se muito contra o Sporting, querem tirar-nos pontos"
Sergi Altimira concedeu, este sábado, uma extensa entrevista à Sporting TV, na qual assumiu que viveu "três primeiros meses muito bons, muito intensos, de adaptação", no Sporting, depois de ter sido adquirido ao Real Betis, a troco de uma verba na ordem dos 18,25 milhões de euros, que pode vir a ascender aos 20,25 milhões de euros, mediante o cumprimento de objetivo desportivos. "Surpreendeu-me o ambiente familiar que existe no clube. Todas as pessoas que trabalham no clube estão muito próximas do jogador e disponíveis para qualquer coisa de que necessitemos. Para um jogador como eu, que chega, é algo que se agradece sempre", afirmou o médio-defensivo, que disse, ainda assim, sentir-se já "totalmente adaptado" àquilo que lhe pede Rui Borges. "É uma Liga muito diferente. Os relvados são diferentes, há adversários muito físicos e que se fecham muito quando jogam contra o Sporting, porque querem tirar-nos pontos. É complicado e isso faz com que seja uma Liga muito difícil, mas não deixa de ser também muito competitiva. Temos de continuar a melhorar, sobretudo no campeonato, para recuperar os pontos que perdemos ultimamente", prosseguiu. "Acima de tudo, temos de ser exigentes connosco próprios e continuar a treinar ao máximo. Acho que se joga como se treina e, se treinarmos ao máximo e dermos tudo, é muito mais fácil que depois, no jogo, as coisas nos saiam melhor. Somos poucos neste momento, porque há muitos jogadores nas respectivas seleções, mas temos de exigir o máximo de nós próprios", completou. "Já todos percebemos a grandeza e a exigência deste clube" Sobre a entrada 'com o pé esquerdo' na nova temporada desportiva de 2026/27, com um empate a duas bolas com o Estrela da Amadora, no Estádio José Gomes, num jogo em que o Sporting chegou a ter na mão uma vantagem, de 0-2, o jogador de 25 anos de idade garantiu ter servido de lição para aquilo que aí vem. "Temos de estar sempre alerta. Podemos vencer todos os jogos da pré-época, mas a competição é diferente. São adversários complicados, que competem, lutam e dão o máximo para somar os três pontos. Percebemo-lo logo na primeira jornada. Depois disso, a equipa melhorou bastante. Agora, como disse há pouco, temos várias coisas a corrigir, principalmente nos dois últimos jogos", refletiu. "Somos muitas caras novas, mas já todos percebemos a grandeza e a exigência deste clube, tanto dentro do balneário como fora dele, e aquilo que as pessoas esperam de nós. Aqui, um empate sabe a derrota e isso diz muito sobre o clube e sobre a exigência que existe. Estamos todos conscientes disso e de que temos de dar o máximo por este clube", acrescentou. "Ainda vamos a tempo" A terminar, o espanhol dirigiu-se aos adeptos: "Sinto muito o seu carinho, tanto em casa como fora. Parece que jogamos sempre em Alvalade. Estamos muito gratos por isso. Tento dar sempre o meu máximo, primeiro para ganhar, por mim e pela equipa, e depois por eles, para que desfrutem connosco". "Podemos prometer que vamos dar o máximo. Terminámos o último jogo com muita frustração e sabemos que temos de melhorar. Ainda vamos a tempo e isso é o mais importante: falta muita temporada, faltam muitos jogos. Podemos prometer que vamos dar o máximo em todos os jogos", concluiu. Leia Também: Braga à vista. Rui Borges pode apresentar Sporting irreconhecível
- Francisco Cabral cai nos quartos de final do torneio de pares de Pequim
Cabral, 30.º classificado do ranking mundial de pares, e Tracy, 42.º posicionado, ainda levaram este encontro dos quartos de final do torneio a ser decidido no 'tie break', mas acabaram por perder pelos parciais de 3-6, 6-4 e 10-8, em uma hora e 29 minutos. O português, de 29 anos, venceu na terça-feira o torneio pares de Hangzhou, também na China, o seu sétimo título da carreira e primeiro ao lado de Tracy.

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